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A decepção muda qualquer pessoa.


via  looking-4paradise  (originally  diarioimprevisivel)

via  conigliecani  (originally  vivendopraservir)
“Você não acredita como eu me importei com você, como eu reparava nos teus cacoetes, ouvia tua voz e pelo tom eu percebia como andava o teu humor, como eu sabia bem dos teus horários, teus macetes, eu poderia ter escrito teu diário, tanto que eu te conhecia.”
Martha Medeiros.  (via flordoabismo)

via  sempre-saiba  (originally  obsessao-urbanoide)

via  quieteus  (originally  digbicks)
“Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.”
— Martha Medeiros (via sibilar)

via  sempre-saiba  (originally  romuloassis)

via  sempre-saiba  (originally  wakapict)
biia-almeida:

*.* 31/05/2012 

biia-almeida:

*.* 31/05/2012 


via  biia-almeida  (originally  biia-almeida)

12/50 pictures of Ian Somerhalder


via  in-amorem  (originally  ianinaforever)

via  in-amorem  (originally  loishearts)
“O rouge virou blush. O pó-de-arroz virou pó-compacto. O brilho virou gloss. O rímel virou máscara incolor. A Lycra virou stretch. Anabela virou plataforma. O corpete virou porta-seios. Que virou sutiã. Que virou silicone. A peruca virou aplique… interlace… megahair… alongamento. A escova virou chapinha. ‘Problemas de moça’ viraram TPM. Confete virou MMs. A crise de nervos virou estresse. A purpurina virou gliter. A tanga virou fio dental. E o fio dental virou anti-séptico bucal. Ninguém mais vê: O à-la-carte porque virou self-service. A tristeza agora é depressão. O espaguete virou miojo pronto. A paquera virou pegação. A gafieira virou dança de salão. O que era praça virou shopping. A areia virou ringue. O LP virou CD. A fita de vídeo é DVD. O CD já é MP3. É um filho onde eram seis. O álbum de fotos agora é mostrado por e-mail. O namoro agora é virtual. A cantada virou torpedo. E do ‘não’ não se tem medo. O break virou street. O samba, pagode. O carnaval de rua virou Sapucaí. O folclore brasileiro, halloween. O piano agora é teclado, também. O forró de sanfona ficou eletrônico. Fortificante não é mais Biotônico. Polícia e ladrão virou Counter Strike. Fauna e flora a desaparecer. Lobato virou Paulo Coelho. Caetano virou um pentelho. Elis ressuscitou em Maria Rita. Raul e Renato. Cássia e Cazuza. Lennon e Elvis. A AIDS virou gripe. A bala antes encontrada agora é perdida. A violência está maldita. A maconha é calmante. O professor é agora o facilitador. As lições já não importam mais. A guerra superou a paz. E a sociedade ficou incapaz. De tudo. Inclusive de notar essas diferenças.”
Luís Fernando Verissímo   (via aluguefelicidade)

via  to-live-paradise  (originally  cetamourenmoi)